Oposicionistas abrigados enfrentam pressões crescentes em meio ao conflito político entre Venezuela e Argentina
Por Gilvania Alves|GNEWSUSA
No último dia 25 de março, o governo de Nicolás Maduro ordenou o corte de energia na embaixada da Argentina em Caracas, onde estão abrigados pelo menos cinco oposicionistas que enfrentam ordens de prisão emitidas pelo regime venezuelano. Esse incidente é mais um exemplo da crescente tensão entre a Venezuela e o governo argentino de Javier Milei.
A medida foi tomada sem aviso prévio ou explicação por parte das autoridades venezuelanas, segundo relatos do governo argentino. A embaixada argentina tem sido um local de refúgio para opositores de Maduro, incluindo aliados da ex-candidata à Presidência da Venezuela, María Corina Machado.
O governo argentino denunciou o corte de energia como uma violação da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, que estabelece a obrigação dos Estados de garantir a inviolabilidade das missões diplomáticas. Em resposta, o governo de Javier Milei condenou a ação, destacando a importância de proteger os direitos humanos e a liberdade de expressão dos oposicionistas abrigados na embaixada.
Segundo um porta-voz do governo argentino, “o corte de energia na embaixada é uma ação arbitrária e ilegal por parte do governo venezuelano, que busca silenciar e perseguir aqueles que se opõem ao regime de Maduro”.
Essa ação do governo venezuelano evidencia a intensificação da perseguição política e da repressão contra opositores, tanto dentro como fora do país. A comunidade internacional tem se manifestado contra tais violações dos direitos humanos e tem exigido o respeito às normas internacionais.
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