Vereador Pedro Rousseff, do PT, adota tom agressivo na Câmara de BH e diz que adversários “só aprendem desse jeito”.
Por Ana Mendes | GNEWSUSA
Pedro Rousseff, sobrinho-neto da ex-presidente Dilma Rousseff, se envolveu em polêmica ao defender, durante sessão na Câmara Municipal, o uso de violência como forma de enfrentamento político. Em tom provocativo, o parlamentar afirmou que, não hesitará em recorrer a “cadeiradas” e avisou aos colegas da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) que irá adotar o “padrão Datena” se necessário:
“Gritaria e briga, de jeito nenhum. Mas se tiver que dar umas cadeiradas, com certeza. Porque eles só aprendem desse jeito. É só quando surge uma voz firme e corajosa contra eles, que eles aprendem. O Pablo Marçal só parou de crescer quando tomou uma cadeirada na cabeça – pra mostrar que não é tão homem assim, não. A mesma coisa com o Nikolas e os fantoches dele”.
As declarações agressivas e desrespeitosas de Pedro sobre Nikolas Ferreira não é apenas uma provocação, mas um convite à intolerância. O vereador recebeu críticas por sugerir que adversários políticos “só aprendem” com agressões físicas, alimentando um clima hostil que despreza a pluralidade e diversidade de opiniões que deveriam ser valorizadas na democracia.

Pedro Rousseff é bastante ativo em suas redes sociais, sua campanha foi impulsionada por doações expressivas do ex-ministro Walfrido dos Mares Guia (acusado se ser mandante de um homicídio contra uma modelo). Em 2022, Pedro teve um papel relevante na coordenação da campanha de Lula em Minas Gerais. Identificando-se como um “discípulo de Dilma Rousseff”.
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