Segundo o pastor, a detenção preventiva seria uma manobra para desviar atenção do caso Banco Master e da fraude de R$ 12 bilhões envolvendo Daniel Vorcaro
Por Ana Raquel|GNEWSUSA
O pastor Silas Malafaia afirmou neste sábado (22.nov.2025) que a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não teria relação apenas com a violação da tornozeleira eletrônica, mas seria uma ação estratégica do ministro Alexandre de Moraes, do STF, para desviar a atenção do caso Banco Master, suspeito de fraude de aproximadamente R$ 12 bilhões.
Em publicação no X (antigo Twitter), Malafaia criticou a decisão judicial e apontou que a medida teria ocorrido logo após Bolsonaro ser detido por tentativa de violar o equipamento eletrônico usado durante a prisão domiciliar.
“Moraes está desviando o foco da roubalheira do Banco Master, do corrupto que teria desviado mais de R$ 12 bilhões”, escreveu o pastor, mencionando também familiares do ministro.”
O caso do Banco Master envolve suspeitas de venda de carteiras de crédito falsas ao BRB (Banco de Brasília), que teria pago por créditos sem perspectiva de retorno. Recentemente, a Polícia Federal prendeu Daniel Vorcaro, presidente da instituição, em meio às investigações.
Malafaia acrescentou que a prisão de Bolsonaro teria sido influenciada não pelo descumprimento da tornozeleira, mas pela vigília organizada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em frente ao condomínio do ex-presidente.
“Quer dizer que o Flávio convoca uma vigília de oração e Bolsonaro é preso. Isso é injustiça, covardia”, afirmou.
O pastor também criticou a condenação do ex-presidente a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe, classificando o processo como “farsa” e destacando falhas jurídicas. “Essa farsa desse inquérito, desse processo que o Fux bem denunciou. É nulo o Código de Processo Penal, artigo 254”, completou, lembrando que mantém contato frequente com os filhos de Bolsonaro.
O STF diz que a violação da tornozeleira eletrônica, junto com a vigília, indicou risco de fuga de Bolsonaro. Para críticos, a prisão preventiva é exagerada e politicamente motivada.
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