Suspeito detido e investigação por terrorismo é aberta; reforço de tropas federais é anunciado em Washington
Por Paloma de Sá |GNEWSUSA
Dois soldados da Guarda Nacional dos Estados Unidos foram baleados na tarde de quarta-feira (26), a poucos quarteirões da Casa Branca, em Washington, D.C. O episódio gerou forte alerta nas autoridades federais: o presidente Donald J. Trump classificou o ataque como um “ato de terror”, e o Departamento de Justiça abriu investigação por terrorismo.
O que se sabe até agora
Os disparos ocorreram por volta das 14h15 (horário local), enquanto os guardas realizavam patrulha próxima a uma estação de metrô na região central da capital. O suspeito — identificado como Rahmanullah Lakanwal, 29 anos, de nacionalidade afegã — foi detido após troca de tiros e também ficou ferido.
De acordo com autoridades, o ataque foi intencional e direcionado contra os soldados. Testemunhas relataram pânico, correria e áreas isoladas rapidamente pela polícia. A Casa Branca chegou a ser colocada em lockdown temporário, com bloqueio de acessos e reforço na segurança.
Em resposta imediata, o governo federal autorizou o envio de 500 soldados adicionais da Guarda Nacional para reforçar o patrulhamento em Washington.
O presidente Donald Trump afirmou que o ato representa um “crime contra a nação” e destacou que o suspeito teria entrado nos Estados Unidos em 2021, por meio de um programa de reassentamento de refugiados afegãos.
Reações e implicações políticas
O ataque reacendeu debates sobre políticas de imigração e protocolos de segurança na capital. As autoridades federais anunciaram a suspensão temporária da análise de novos pedidos de imigração de afegãos até que os procedimentos sejam revisados.
A investigação está sendo conduzida por uma força-tarefa conjunta, que inclui o FBI, para apurar a motivação do ataque e possíveis conexões com células extremistas. Até o momento, não houve confirmação oficial sobre vínculos com organizações terroristas.
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