Calor, umidade e maior exposição da pele aumentam a incidência de picadas; especialistas orientam sobre prevenção e cuidados com a pele
Por Paloma de Sá | GNEWSUSA
Com a chegada do verão, as altas temperaturas e a maior umidade do ar favorecem a proliferação de insetos, ao mesmo tempo em que as atividades ao ar livre se tornam mais frequentes. Esse cenário contribui para o aumento dos casos de picadas de insetos, um problema comum nesta época do ano, mas que pode causar desconforto significativo e, em situações específicas, exigir acompanhamento médico.
Durante os meses mais quentes, mosquitos, pernilongos e outros insetos se reproduzem com maior rapidez. Além disso, praias, parques, trilhas e eventos externos aumentam o tempo de exposição da pele, facilitando o contato com esses animais. As picadas geralmente provocam coceira, vermelhidão e inchaço, mas podem evoluir para reações mais intensas, especialmente em crianças, idosos e pessoas com sensibilidade ou histórico de alergias.
Principais tipos de picadas no verão
As reações variam conforme o tipo de inseto e a resposta do organismo de cada pessoa. Entre as mais comuns estão:
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Mosquitos e pernilongos: causam coceira e inflamação local e, em algumas regiões, podem estar associados à transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya.
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Abelhas e vespas: provocam dor imediata e podem desencadear reações alérgicas, que exigem atenção médica em casos mais graves.
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Formigas e outros artrópodes: podem causar ardência, bolhas e inflamações, dependendo da espécie e da quantidade de picadas.
Especialistas alertam que sintomas como inchaço intenso, dor persistente, febre, tontura ou dificuldade para respirar não devem ser ignorados e exigem avaliação médica imediata.
Cuidados essenciais para prevenção e alívio
A prevenção é a principal forma de reduzir o risco de picadas durante o verão. Algumas medidas simples podem ajudar:
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Utilizar repelentes adequados à idade e ao tipo de pele, seguindo as orientações de uso.
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Preferir roupas leves que cubram braços e pernas, especialmente no início da manhã e no fim da tarde, quando muitos insetos estão mais ativos.
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Evitar locais com água parada, que favorecem a reprodução de mosquitos.
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Manter ambientes limpos, arejados e protegidos com telas, sempre que possível.
Quando a picada já ocorreu, cuidados básicos com a pele, como higiene local e compressas frias, podem ajudar a aliviar a coceira e o inchaço. Em caso de piora dos sintomas ou sinais de infecção, a orientação médica é fundamental.
Com informação e medidas preventivas, é possível aproveitar o verão com mais segurança, conforto e atenção à saúde da pele.
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