Disputa segue indefinida nas pesquisas e votação pode levar o país a um segundo turno pela primeira vez em 40 anos
Por Tatiane Martinelli | GNEWSUSA
Neste domingo (18), os portugueses vão às urnas para escolher o próximo presidente da República. De acordo com as pesquisas mais recentes, a corrida eleitoral segue acirrada, sem um favorito consolidado, o que abre a possibilidade de um segundo turno — cenário que não ocorre no país há quatro décadas.
Entre os nomes na disputa está André Ventura, líder do partido de ultradireita Chega. Nas eleições legislativas de maio do ano passado, a sigla conquistou 60 assentos na Assembleia da República, dez a mais em relação ao pleito anterior, tornando-se a principal força de oposição ao atual governo.

Também figuram entre os principais candidatos João Cotrim de Figueiredo, da Iniciativa Liberal, que defende redução de impostos e maior flexibilidade nas relações trabalhistas; António José Seguro, do Partido Socialista, que se apresenta como um nome “moderno e moderado”; o almirante Henrique Gouveia e Melo, ex-chefe da Marinha portuguesa e conhecido por liderar a campanha de vacinação contra a Covid-19; e Luís Marques Mendes, apoiado pelo Partido Social Democrático (PSD), de centro-direita.
O presidente eleito sucederá Marcelo Rebelo de Sousa, conservador que ocupa o cargo desde 2016 e está no fim de seu mandato.
As seções eleitorais em Portugal abrem às 8h no horário local (4h em Brasília) e permanecem funcionando até às 19h (15h em Brasília). Eleitores que estiverem nas filas até esse horário ainda poderão votar.
Os primeiros resultados, conhecidos como “boca de urna”, devem ser divulgados por volta das 20h no horário local (16h em Brasília). Já a projeção oficial sobre o resultado final — incluindo a confirmação de um vencedor ou a necessidade de segundo turno — é esperada por volta das 22h no horário local (18h em Brasília).
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