Chris Paul confirma aposentadoria aos 40 anos após 21 temporadas na NBA

Armador anuncia despedida nas redes sociais e encerra carreira marcada por recordes, liderança e protagonismo, apesar da ausência de títulos
Por Schirley Passos|GNEWSUSA

O armador Chris Paul, 40, confirmou nesta sexta-feira (13) a aposentadoria do basquete profissional e encerrou oficialmente uma carreira de 21 temporadas na NBA, uma das mais longevas e consistentes da história da liga.

O anúncio foi feito em uma publicação nas redes sociais, na qual o jogador se despediu das quadras e refletiu sobre a trajetória no esporte.

Paul já havia sinalizado a decisão em novembro de 2025, mas tornou o fim da carreira definitivo ao divulgar o texto de despedida.

Considerado um dos maiores armadores de todos os tempos, ele construiu sua reputação pela inteligência em quadra, liderança e regularidade estatística, embora nunca tenha conquistado um título da NBA.

Draftado em 2005 pelo New Orleans Hornets (atual Charlotte Hornets), Chris Paul rapidamente se destacou como um dos principais jogadores da liga.

Em 2011, transferiu-se para o Los Angeles Clippers, onde viveu alguns dos melhores anos da carreira. Posteriormente, passou por Houston Rockets, Oklahoma City Thunder, Phoenix Suns, Golden State Warriors e San Antonio Spurs, antes de retornar aos Clippers em 2025.

Na temporada mais recente, acertou contrato com o Toronto Raptors, mas acabou dispensado, o que pesou na decisão de encerrar a carreira.

Ao longo da trajetória, Paul acumulou prêmios individuais e marcas expressivas. Foi líder da NBA em assistências e roubos de bola em duas temporadas consecutivas (2007/08 e 2008/09) e encerra a carreira como o terceiro jogador com maior média de assistências por jogo na história da liga (9,94), atrás apenas de Magic Johnson e John Stockton. Também ocupa a terceira posição em média de roubos de bola, com 2,35 por partida.

Apesar da ausência de títulos, Chris Paul deixa um legado reconhecido dentro e fora das quadras. No texto de despedida, o armador afirmou que viver do basquete foi uma “bênção” e destacou o amor pela competição e o aprendizado constante ao longo da carreira, marcada por altos níveis de desempenho até os últimos anos na NBA.

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Foto: Reprodução.

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