Negócios realizados em 2026 são acompanhados pela ANRESF e não podem gerar atrasos nos pagamentos
Por Schirley Passos|GNEWSUSA
A Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) monitora 40 transferências realizadas entre clubes brasileiros em janeiro, a maioria envolvendo equipes da Série A, dentro da primeira fase de implantação do Fair Play Financeiro no país.
Instalada no início do ano, a agência fiscaliza todos os acordos firmados em 2026, que já estão sujeitos às regras do sistema e não podem gerar atrasos nos pagamentos. As transações devem ser obrigatoriamente registradas em um sistema da CBF, com detalhamento das formas de pagamento.
O cronograma prevê três janelas de monitoramento ao longo do ano, em março, julho e novembro, nas quais os clubes deverão preencher formulários de autodeclaração. Além disso, clubes e atletas podem acionar a ANRESF a qualquer momento para comunicar eventuais atrasos.
Até novembro, as regras do Fair Play Financeiro se aplicam apenas aos contratos assinados nesta temporada. A partir de dezembro, o sistema passará a abranger também dívidas anteriores.
Das 40 transferências sob fiscalização, 31 envolvem clubes da Série A e nove são de equipes da Série B. Entre os negócios acompanhados estão as contratações do zagueiro Jemmes, pelo Fluminense, e do volante Marlon Freitas, pelo Palmeiras.
Cabe à ANRESF monitorar os dados enviados pelos clubes, fiscalizar o cumprimento das normas e aplicar sanções em caso de irregularidades. A agência é presidida pelo economista Caio Resende, nomeado em janeiro para um mandato de quatro anos, com possibilidade de recondução.
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