Elas perseguiram o agente até sua residência e transmitiram ao vivo pelas redes sociais, revelando o endereço a milhares de pessoas
Por Chico Gomes | GNEWSUSA
Duas mulheres, uma da Califórnia e outra do Colorado, foram consideradas culpadas em 2 de março pelo crime de perseguição contra um agente do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE). Elas perseguiram o agente até sua residência e transmitiram ao vivo pelas redes sociais.
De acordo com o ICE, Cynthia Raygoza, 38 anos, de Riverside, e Ashleigh Brown, da mesma idade, de Aurora, foram indiciadas por perseguição e absolvidas das acusações de conspiração para divulgar publicamente informações pessoais de um agente federal. Um juiz distrital agendou uma audiência de sentença para 8 de junho, na qual elas podem ser condenadas a até 5 anos de prisão federal.
“Perseguir e intimidar nossos agentes e suas famílias ultrapassa todos os limites. Este veredicto envia uma mensagem clara de que esse tipo de comportamento criminoso não será tolerado. Mantemos nosso compromisso de proteger nossos agentes e garantir sua segurança dentro e fora de serviço”, disse Andre Quinones, diretor interino do escritório de campo do ERO/ICE em Los Angeles.
O ICE salienta que seus agentes estão enfrentando atualmente um aumento de 8.000% nas ameaças de morte e de 1.421% nas agressões. A agência culpa políticos e ativistas contrários ao órgão pela escalada da violência contra os policiais, em meio a uma retórica perigosa.
“A justiça foi feita contra duas agitadoras que perseguiram um funcionário federal, transmitiram tudo ao vivo nas redes sociais e traumatizaram tanto a vítima quanto sua família”, comentou o Primeiro Assistente do Procurador dos EUA, Bill Essayli, ressaltando que a “Constituição protege o protesto pacífico — não a violência política e a intimidação ilegal”.
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