Nikolas cobra votação de veto e critica governo Lula por barrar projeto da dosimetria

Deputado afirma que medida poderia reduzir excessos e pede prioridade absoluta na análise pelo Congresso

Por Ana Raquel |GNEWSUSA 

O deputado federal Nikolas Ferreira intensificou a pressão sobre o Congresso Nacional ao cobrar a votação do veto presidencial ao chamado projeto da dosimetria. Em declaração pública, o parlamentar defendeu a convocação imediata de sessão para análise da matéria e criticou duramente a decisão do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de barrar a proposta.

Segundo Nikolas, a retomada do tema depende de uma medida simples por parte do Legislativo.

“E neste momento esse gesto depende de uma decisão muito simples, convocar a sessão do Congresso Nacional para votar o veto do PL da Dosimetria”, afirmou.

O deputado destacou que o projeto já havia sido amplamente aprovado nas duas Casas, o que, segundo ele, demonstra respaldo político significativo.

“O Parlamento fez a sua parte. O projeto foi aprovado nas duas casas. Na Câmara teve 291 votos favoráveis. No Senado 48 votos a favor. Ou seja, não foi capricho de um grupo, não foi pauta isolada, foi uma manifestação clara do Parlamento brasileiro”, declarou.

Na avaliação do parlamentar mineiro, o veto representa um obstáculo a medidas que poderiam contribuir para reduzir tensões no país.

“O governo Lula, que se vendeu como paz e amor, esperança, união, vetou o projeto que poderia ajudar na pacificação nacional, reduzir os excessos, corrigir distorções e reduzir o sofrimento sem acirrar ainda mais os ânimos no país”, afirmou.

Nikolas também defendeu que a análise do veto deve ser tratada como prioridade no Congresso.

“Se há um veto que merece prioridade absoluta, é o veto do PL da Dosimetria. Não por conveniência partidária, não por eleições, mas por uma razão humana”, concluiu.

Pressão por votação e embate político

A cobrança ocorre em meio à expectativa sobre a convocação de sessão conjunta do Congresso Nacional para análise de vetos presidenciais. Até o momento, não há definição oficial sobre quando o tema será pautado, o que tem ampliado a pressão política nos bastidores.

Aliados do deputado afirmam que a demora enfraquece o papel do Parlamento, enquanto setores governistas tendem a defender a manutenção do veto, o que deve intensificar o confronto político.

O caso reforça o clima de tensão e polarização em torno de decisões do Executivo e sua revisão pelo Congresso, mantendo o tema no centro do debate político nacional.

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