Investigação foi reaberta pelo STF após pedido da Procuradoria-Geral da República
Por Ana Raquel |GNEWSUSA
A Polícia Federal concluiu, pela segunda vez, que não há provas de interferência indevida do ex-presidente Jair Bolsonaro na corporação. A reavaliação do caso manteve o mesmo entendimento já adotado em análises anteriores do inquérito.
A investigação foi reaberta por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após pedido de novas análises sobre os elementos já reunidos no processo.
Origem da investigação
O caso teve início em 2020, após a saída do então ministro da Justiça Sergio Moro, que afirmou ter sofrido pressão para mudanças em cargos da Polícia Federal.
Na nova análise, a corporação avaliou os elementos já existentes e manteve a conclusão de que não há indícios suficientes para responsabilização criminal do ex-presidente.
Em relatório, consta a avaliação de que as diligências realizadas não apresentaram elementos capazes de sustentar imputações penais.
Posicionamentos anteriores e reanálise
A conclusão atual segue a mesma linha de avaliações anteriores feitas pela própria Polícia Federal, que já havia indicado ausência de provas no período inicial da apuração.
Em fase anterior, o caso também havia sido encaminhado para arquivamento pelo então procurador-geral da República.
A reabertura da investigação ocorreu após nova manifestação da Procuradoria-Geral da República, sob análise do Supremo Tribunal Federal.
O pedido considerou elementos relacionados à mudança no comando da Polícia Federal em 2020, quando o então ministro Sergio Moro deixou o governo alegando divergências com o então presidente.
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