Os agentes federais contaram com a cooperação das autoridades locais, através do programa 287(g)
Por Chico Gomes | GNEWSUSA
Uma operação realizada pelo ICE entre os dias 5 e 19 de janeiro, na Virgínia Ocidental, resultou em prisões bem-sucedidas de mais de 650 imigrantes ilegais, incluindo traficantes de drogas, ladrões e criminosos violentos. Segundo informações divulgadas pelo Departamento de Segurança Interna (DHS) nesta segunda-feira (9), os agentes federais contaram com o apoio das autoridades locais, em cooperação através do programa 287(g).
“Se trabalharmos juntos, podemos tornar a América segura novamente. Políticos que se dizem cidades-santuário e se recusam a cooperar com as autoridades policiais do Departamento de Segurança Interna (DHS) estão colocando seus próprios eleitores em perigo e desperdiçando recursos valiosos da polícia”, disse a porta-voz do DHS, Tricia McLaughlin.
“Gostaríamos muito que as forças policiais estaduais e locais assinassem acordos 287(g) para nos ajudar a remover imigrantes ilegais criminosos — parcerias com as forças policiais são cruciais para termos os recursos necessários para prender imigrantes ilegais criminosos em todo o país”, manifestou em seguida.
McLaughlin salienta que as operações do governo federal são mais exitosas quando contam com o apoio das autoridades locais, citando como exemplo milhares de prisões realizadas na Flórida e a operação de sucesso na Virgínia Ocidental.
“Infelizmente, políticos que se dizem cidades-santuário, como a governadora Hochul (Nova York) e a governadora Spanberger (Virgpinia), estão proibindo a cooperação com o ICE e optando por libertar imigrantes ilegais criminosos de suas prisões de volta para suas comunidades, criando mais vítimas americanas”, lamentou.
O 287(g), programa citado por McLaughlin, concede aos policiais locais e estaduais as ferramentas e a autoridade para prender imigrantes ilegais criminosos, como assassinos, membros de gangues, estupradores, terroristas e pedófilos. Os parceiros recebem apoio financeiro do governo federal e servem como multiplicadores de forças para o DHS.
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