A necessidade urgente de proteção financeira para imigrantes brasileiros nos EUA.
Por Tatiane Martinelli | GNEWSUSA
Um dos riscos mais significativos que imigrantes enfrentam é a falta de proteção financeira em caso de doença grave, acidentes ou morte. Infelizmente a porcentagem de brasileiros que têm a responsabilidade de entender que é fundamental ter esta proteção é ainda muito pequena. Creio que muitos até desconhecem que, independente do status imigratório, todo imigrante pode e deveria ter um plano de seguros.
É importante entender que viver em outro país é também integrar e absorver a cultura do lugar. Para o povo americano ter seguro de vida ou um plano de aposentadoria privada está dentro das despesas e das prioridades do cidadão.
O imigrante brasileiro, de modo geral, não tem essa prioridade porque vem de uma realidade que ter seguro de vida é um luxo para quem realmente vive além de um salário mensal.
Vivendo nos Estados Unidos, porém, precisam entender que fazer um seguro de vida é acessível a todos. Dependendo da idade, custa menos de U$ 1.00/dia para adquirir uma boa cobertura. E por essa razão é urgente, e necessário, ter um plano de proteção. Antes de tudo, cuidar de você mesmo e da própria família. É não esperar a boa vontade e caridade das pessoas em caso de imprevistos de saúde ou acasos da vida.
GoFundMe e vaquinhas eletrônicas, por exemplo, não são seguros de vida. É apelar para a generosidade e compreensão de pessoas que você não conhece, que também não lhe conhecem, e ficar aguardando doações, que nem sempre chegam.
Esta é a realidade! As campanhas aumentaram muito, e por esta razão nem sempre conseguem arrecadar a soma necessária para resolver o problema ou até mesmo salvar sua vida.
Não delegar a responsabilidade da própria vida é uma questão de dignidade! Observando estas campanhas pedindo doações é possível entender que praticamente 98% destes pedidos de doações poderiam ser evitados pagando uma pequena mensalidade por uma cobertura, nem que seja mínima de seguro de vida. O preço é acessível e está ao alcance de todos.
É por isso que o seguro de vida com benefícios em vida é primordial para quem mora nos Estados Unidos.
Sem esta proteção, os cidadãos, e as suas famílias, podem enfrentar dificuldades financeiras significativas no caso de um evento inesperado, e o que mais assusta neste país são os custos médicos e hospitalares. No caso de morte, as despesas funerárias e o traslado do corpo para o Brasil, são um encargo financeiro significativo.
Por tudo isso, é fundamental ter um seguro de vida que ofereça suporte pecuniário e benefícios em caso de doença, acidente ou morte.
O chamado Seguro de Vida com Benefícios em Vida dá tranquilidade econômica de diversas maneiras. Há opções de pecúlio com até 80% do valor da apólice, em vida, no caso de doenças graves, e 90% para doenças terminais. O pagamento único se dará aos beneficiários em caso de morte, que pode ser utilizado para cobrir despesas finais, e outras obrigações extras que, eventualmente, o segurado deixou na inadimplência.
Além do seguro de vida, também é essencial pensar em ter um plano de aposentadoria em vigor. Quanto antes começar a pagar por um plano, melhor. Quem começa a pensar logo em um plano de acumulação para o futuro pode começar com pouco porque tem mais tempo de vida pela frente para assim garantir uma velhice minimamente mais tranquila. A realidade é que a Previdência no Brasil atualmente está em crise, com um déficit de R$ 400 bilhões de reais.
O Social Security nos EUA também é insuficiente para cobrir as despesas daqueles que aqui estão, incluindo os Americanos. Isso é evidenciado pelos idosos que ainda trabalham em vários setores e segmentos da sociedade. É crucial pensar no futuro agora para acumular recursos e evitar dificuldades na idade avançada. O fato é que, se não ficar pelo caminho, o tempo vai passar para todo mundo.
É utilidade pública conscientizar a comunidade brasileira sobre a importância de fazer seguros porque, vivendo aqui há muitos anos, sou testemunha de casos dramáticos que aconteceram e continuam acontecendo entre os brasileiros. Uma das histórias mais dramáticas que tenho conhecimento, por exemplo, foi o da brasileira que faleceu em março deste ano, e até meados de junho, a família ainda aguardava doações para pagar as despesas funerárias e o traslado do corpo. Isso não deveria acontecer com ninguém. Ter consciência do fato que a mensalidade é acessível a todos, como contrapartida, evitaria este tipo de transtorno, e é imprescindível.

Quero ajudar as famílias imigrantes de brasileiros a entenderem o quanto é absolutamente necessário ter cobertura financeira para atender os imprevistos da vida vivendo nos Estados Unidos.
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