Órgão destaca que a Lei de Imigração e Nacionalidade determina a deportação de estrangeiros que votam ilegalmente ou fazem uma falsa alegação de cidadania americana
Por Chico Gomes | GNEWSUSA
O Conselheiro Geral do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS), James Percival, instruiu o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) a aplicar penalidades mais severas a estrangeiros que votam ilegalmente em eleições americanas, incluindo a deportação.
Através de carta enviada à liderança do ICE, o DHS destaca que a Lei de Imigração e Nacionalidade determina a deportação de estrangeiros que votam ilegalmente ou fazem uma falsa alegação de cidadania americana, o que frequentemente ocorre de forma simultânea.
O órgão destaca que essas disposições permitem, inclusive, a deportação de imigrantes que se encontram ilegalmente nos Estados Unidos, caso participem das eleições de maneira irregular. Não é necessária uma condenação criminal para a adoção dessas medidas.
“A importância de eleições livres, justas e honestas é indiscutível. Ecoando as palavras do Presidente Trump, ‘o direito dos cidadãos americanos de terem seus votos devidamente contados e apurados, sem diluição ilegal, é vital para determinar o legítimo vencedor de uma eleição’. O voto ilegal por estrangeiros dilui os votos dos cidadãos americanos e mina nossa democracia. Isso deve ter consequências”, disse James Percival.
A diretiva ajudará na implementação de políticas como as que o presidente Donald Trump promulgou com a Ordem Executiva 14248, assinada em 25 de março de 2025, preservando a protegendo a integridade das eleições americanas.
Essa Ordem orienta ações em todo governo federal, incluindo o que diz respeito à verificação da elegibilidade do eleitor, administração de subsídios, compartilhamento de informações, aprimoramento dos sistemas de votação, processo criminal de voto ilegal por estrangeiros e aplicação das leis federais de integridade.
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