Grupo é acusado de conspirar para assassinar o presidente Donald Trump e outras autoridades durante evento realizado em 14 de junho; suspeitos podem responder por crimes que preveem até prisão perpétua
Por Schirley Passos|GNEWSUSA
Oito homens foram indiciados por um júri federal dos Estados Unidos por supostamente planejarem um ataque terrorista durante o evento do UFC realizado na Casa Branca, em 14 de junho.
De acordo com a acusação, o grupo pretendia assassinar o presidente Donald Trump, além de outras autoridades e figuras públicas que participariam do evento.
As acusações foram apresentadas nesta quinta-feira (10) pelo Ministério Público dos Estados Unidos no Distrito Sul de Ohio, após uma investigação conduzida pelo FBI.
Segundo informações divulgadas pelo site MMA Fighting, cinco dos suspeitos foram presos durante o fim de semana do evento, em Washington.
Entre os detidos está Tycen Proper, de 19 anos, morador de Danville, no estado de Ohio, apontado como um dos envolvidos na organização do plano. Chandler Scaggs, de 21 anos, também foi preso e é acusado de ter sido designado para atuar como um dos atiradores durante o ataque.
Os oito indiciados são Abraham Alvarez, Daniel Eskridge, William Falkner, Tycen Proper, Jordan Rincker, Brian Roa, Chandler Scaggs e Michael Thomas.
Conforme a denúncia, todos responderão por dois crimes de conspiração: fornecimento de apoio material a terroristas e conspiração para cometer assassinato em território federal, incluindo o homicídio de autoridades do governo.
A primeira acusação prevê pena de até 15 anos de prisão, enquanto a segunda pode resultar em prisão perpétua.
A investigação aponta que os suspeitos utilizavam grupos de bate-papo e fóruns na internet para planejar o atentado e recrutar novos integrantes para a ação.
Ainda segundo a acusação, o grupo reuniu armas, munições e equipamentos táticos, além de participar de treinamentos de tiro e combate.
Os investigadores afirmam que os acusados definiram alvos específicos para o ataque, entre eles o presidente Donald Trump, o vice-presidente JD Vance, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, o empresário Elon Musk e outras autoridades consideradas de alto valor que estariam presentes no evento.
O caso segue sob investigação das autoridades federais norte-americanas.
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