Cruzeiro e Atlético-MG fecham acordo com a Procuradoria sobre punições por briga na final do Mineiro

Acordo prevê suspensões, multas e ações sociais, mas ainda depende de homologação do TJD-MG
Por Schirley Passos|GNEWSUSA

Cruzeiro e Atlético Mineiro firmaram um acordo com a Procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva de Minas Gerais (TJD-MG) para encerrar o processo envolvendo a briga generalizada na final do Campeonato Mineiro. A proposta, apresentada ao plenário, ainda precisa ser homologada pelo tribunal.

Pelo acerto, cada jogador expulso no confronto cumprirá quatro partidas de suspensão, enquanto os clubes serão multados em R$ 400 mil cada. Além disso, as equipes se comprometeram a realizar campanhas de doação para a Zona da Mata mineira e promover ações de combate à violência no futebol.

A Procuradoria solicitou a suspensão do processo até a análise do acordo, que deve ocorrer em caráter de urgência. As punições, no entanto, não poderão ser cumpridas em competições nacionais, como o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil, e deverão ser aplicadas apenas na edição de 2027 do Campeonato Mineiro.

O caso envolve a denúncia de 26 jogadores, 13 do Cruzeiro e 12 do Atlético, além de um membro da comissão técnica, com base em artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) que tratam de participação em tumulto e agressão física. As penas previstas poderiam chegar a até 12 jogos de suspensão.

Entre os denunciados, há atletas que não foram citados na súmula da arbitragem, como o zagueiro Vitor Hugo, do Atlético, e o volante Lucas Silva, do Cruzeiro. O defensor Lyanco também responde por uma acusação adicional de conduta antidesportiva.

A confusão ocorreu após o apito final da decisão estadual e gerou ampla repercussão, levando à abertura de processo disciplinar no TJD-MG.

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