O órgão propôs seis meses de prisão, com tempo já cumprido, para ela confessar que seguiu e estuprou um menino de 14 anos
Por Chico Gomes | GNEWSUSA
O Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) fez duras críticas ao Ministério Público de Manhattan, após o órgão oferecer um acordo judicial à imigrante ilegal transgênero ‘Nicol Alexandra’ Contreras-Suarez, acusada de estuprar um menino de 14 anos em fevereiro de 2025.
Segundo o DHS, o Ministério Público propôs seis meses de prisão, com tempo já cumprido, para ela admitir que seguiu o garoto até um banheiro e o estuprou. Nicol Alexandra foi acusada inicialmente de estupro em primeiro grau de uma criança menor de 17 anos e perseguição, entretanto, o órgão ofereceu uma pena mais branda em troca de confissão.
Em 13 de fevereiro de 2025, o Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) emitiu um mandado de prisão junto à Central de Detenção de Manhattan para conseguir a custódia da imigrante. O Departamento de Correção de Nova York acatou o pedido para não liberar a acusada de estupro nas comunidades americanas.
“Este acordo judicial é uma vergonha. Seis meses de prisão por estuprar uma criança é uma grave injustiça. Este pervertido entrou em nosso país graças ao governo Biden e foi libertado da prisão após ser preso por roubo à mão armada, agressão com arma perigosa e prostituição”, protestou a Secretária Assistente Interina do DHS, Lauren Bis.
“A história de horror de Contreras-Suarez ilustra como políticos que defendem fronteiras abertas e cidades-santuário colocam os americanos em perigo. Sob a liderança do Presidente Trump e do Secretário Mullin, continuaremos a priorizar a segurança dos americanos e a lutar para expulsar imigrantes ilegais criminosos como este de nossas comunidades, para que não continuem a atacar e vitimizar crianças inocentes”, acrescentou.
Agentes da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP, na sigla em inglês) prenderam Nicol Alexandra em março de 2023, em San Ysidro, Califórnia, após ela entrar ilegalmente no país. Depois de ser libertada, foi presa posteriormente pelo Departamento de Polícia de Medford, em Massachusetts, por roubo à mão armada, prostituição e apreensão de arma perigosa. Ela estava livre novamente, quando se envolveu na acusação de estupro de um menor.
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