Medida faz parte da política de imigração mais severa implementada por Donald Trump, quando assumiu o governo em janeiro de 2025
Por Chico Gomes | GNEWSUSA
Solicitantes de imigração deverão passar por verificações de segurança ‘aprimoradas’ para conseguir residência permanente nos Estados Unidos. A determinação partiu do governo Trump no final de abril, em orientações internadas enviadas aos funcionários do Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS, na sigla em inglês), uma das agências do Departamento de Segurança Interna (DHS).
Nas orientações internas, o governo instruiu os agentes a não aprovar casos pendentes que não tenham passado pelas verificações de antecedentes ampliadas. A medida, que garante mais rigor na análise dos requentes de imigração, entrou em vigor no dia 27 de abril.
A ação faz parte da política de imigração mais severa implementada por Donald Trump quando ele assumiu o governo em janeiro de 2025, visando melhorar a segurança interna e combater a imigração ilegal.
Essa nova orientação surge na sequência de ordem executiva assinada por Trump no início deste ano, determinando que “as autoridades de imigração do Departamento de Segurança Interna (DHS) devem ter acesso às informações sobre antecedentes criminais (CHRI) sob custódia de agências federais de justiça criminal, na medida máxima permitida por lei”.
As verificações aprimoradas afetam pedidos pendentes para os quais os imigrantes fornecem impressões digitais, como solicitações de residência permanente nos Estados Unidos, através da naturalização e Green Card.
Em comunicado à imprensa norte-americana, um porta-voz da USCIS informou que a agência “implementou novas verificações de segurança para fortalecer a análise e a triagem de candidatos por meio de acesso ampliado a bancos de dados criminais federais”.
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