DHS assina Memorando de Cooperação para fortalecer a segurança das fronteiras e a triagem de imigrantes

Assinado com países do Caribe, memorando estabelece uma estrutura para consultas automatizadas e trocas de dados, visando à segurança dos EUA e das nações caribenhas

Por Chico Gomes | GNEWSUSA

Uma parceria de Compartilhamento de Dados Biométricos (BDSP) foi firmada nesta sexta-feira (10) entre o Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) e a Agência de Implementação para Crime e Segurança da Comunidade do Caribe (CARICOM IMPACS). O objetivo é reforçar a segurança nas fronteiras e melhorar a triagem de imigrantes nos Estados Unidos e Caribe.

O Memorando de Cooperação (MOC) foi assinado em Washington, D.C., pelo Subsecretário de Estratégia, Política e Planos (PLCY) do DHS, Rob Law, e pelo Diretor Executivo da CARICOM IMPACS, Tenente-Coronel Michael Jones.

A cerimônia aconteceu na Embaixada de São Cristóvão e Névis com a presença de representantes de Antígua e Barbuda, Dominica, Granada, São Cristóvão e Névis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas. Também participaram, membros do Banco Central do Caribe Oriental (ECCB) e representantes do Departamento de Justiça e do Conselho de Segurança Interna dos EUA.

“A assinatura deste memorando de cooperação marca o primeiro acordo multilateral de compartilhamento de informações biométricas do DHS. Isso fortalecerá a cooperação entre o DHS e o CARICOM IMPACS em segurança de fronteiras e triagem de imigrantes. O DHS saúda esta nova parceria para fortalecer a segurança em toda a região”, disse Rob Law. 

O memorando estabelece uma estrutura para consultas automatizadas e trocas de dados para dar suporte à triagem, verificação e investigação de indivíduos que possam representar riscos de segurança ou imigração aos Estados Unidos e aos estados-membros e membros associados da CARICOM.

Além disso, o acordo aborda os programas de Cidadania por Investimento (CBI) oferecidos por nações caribenhas, que podem ser usados para contornar restrições de viagem ou ocultar identidade e bens. Por isso, o memorando impõe certas restrições de visto aos cidadãos dos programas de Cidadania por Investimento, identificando possíveis ameaças antes que cheguem ao território dos EUA.

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