Dois deles foram flagrados com fuzis de assalto do tipo AK e o terceiro admitiu ter cruzado a fronteira com uma arma
Por Chico Gomes | GNEWSUSA
Três imigrantes ilegais que cruzaram a fronteira do Texas, no Estados Unidos, portando armas de fogo, foram presos por agentes federais da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) no dia 27 de junho. A informação foi divulgada pelo Departamento de Segurança Interna (DHS) nesta quarta-feira (8), em seu site oficial.
Conforme a publicação do DHS, no final de junho um agente da Patrulha da Fronteira dos EUA encontrou três imigrantes em situação irregular nas proximidades de Presidio, no Texas. Dois deles estavam armados de fuzis de assalto do tipo AK e o terceiro admitiu ter cruzado a fronteira com uma arma, indicando aos agentes onde ela tinha sido escondida.
A Patrulha da Fronteira apreendeu as três armas juntamente com munições e constatou que duas delas estavam sem os números de série. O armamento foi transferido para o Departamento de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos (ATF), que providenciará os devidos encaminhamentos.
Os imigrantes, de nomes Edgar Barrios-Najera, Misael Hernandez-Rodrigues e Braulio Murrillo-Tevarez, foram identificados como indivíduos oriundos do México. Eles agora enfrentam acusação de porte ilegal de arma de fogo.
A Secretária Assistente Interina do DHS, Lauren Bis, parabenizou o trabalho da Patrulha da Fronteira na ação. “Graças ao trabalho rápido da Patrulha da Fronteira dos EUA e de nossas agências parceiras, esses três criminosos não conseguiram entrar em nosso país e não poderão ameaçar o povo americano. Sob a liderança do Presidente Trump, nossas fronteiras estão seguras”, declarou.
Na operação, os policiais da CBP contaram com o apoio de diversas agências, incluindo a ATF, o Departamento de Segurança Pública do Texas, o Gabinete do Xerife do Condado de Presidio e o Departamento de Guerra.
LEIA TAMBÉM:
“É uma perseguição implacável”, diz Flávio sobre busca da PF por armas de Bolsonaro
Justiça brasileira manda soltar 13 investigados por esquema de R$ 10 bilhões ligado ao PCC

Faça um comentário