Suspeita de envolvimento na morte de 11 companheiros, Kolthoum Akbari foi condenada pelas autoridades iranianas após uma sequência de casamentos marcados por mortes
Por Tatiane Martinelli | GNEWSUSA
Uma história que se estendeu por cerca de 20 anos terminou com uma condenação no Irã e chamou atenção pela sequência incomum de mortes. Kolthoum Akbari foi condenada pelas autoridades iranianas após ser acusada de ter participado da morte de 11 homens com quem se casou ao longo das décadas.
Segundo as informações divulgadas, a mulher teria se casado repetidamente e, após os relacionamentos, os companheiros acabavam mortos. O caso ganhou repercussão justamente pela quantidade de vítimas atribuídas à mesma pessoa e pelo longo período em que os episódios teriam ocorrido.
A investigação acabou reunindo os casos e levando Akbari às autoridades. A condenação colocou fim a uma história que, durante anos, teria passado despercebida em meio a sucessivos casamentos e mortes.
O caso chocou pela combinação de dois elementos: a duração da sequência, que teria se estendido por duas décadas, e o número de homens mortos — 11 no total.
A história agora integra uma das mais impressionantes séries de crimes conjugais noticiadas recentemente no país, levantando questionamentos sobre como tantos episódios puderam ocorrer durante um período tão longo sem que as autoridades identificassem uma possível ligação entre as mortes.
O caso deixa uma pergunta difícil: como uma sequência tão longa de mortes envolvendo pessoas ligadas à mesma mulher conseguiu permanecer sem uma conexão evidente por tantos anos? A condenação encerra o processo judicial, mas a história de 11 maridos mortos em cerca de duas décadas ainda impressiona pela dimensão e pelo mistério que cercou cada um desses relacionamentos.
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