O presidente Donald Trump e o secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin, prometeram ao povo americano aumentar a segurança das eleições do país
Por Chico Gomes | GNEWSUSA
Terrance Patrick Evans, um imigrante de 37 anos natural das Bahamas, está sendo formalmente acusado de um crime de voto ilegal por ser estrangeiros nos Estados Unidos. O voto irregular foi descoberto através de uma investigação conduzida pela Divisão de Investigações de Segurança Interna (HSI) de Tampa, em cooperação com a Supervisão Eleitoral do Condado de Citrus e o Escritório de Crimes Eleitorais do Departamento de Estado da Flórida.
A ação está em consonância com as determinações do presidente Donald Trump e do secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin, que prometeram ao povo americano aumentar a segurança das eleições do país. As autoridades federais afirmam “os votos dos cidadãos americanos não devem ser diluídos por não cidadãos que votam ilegalmente nas eleições dos EUA”. Somente os cidadãos são autorizados a eleger seus líderes, enfatizam.
Mesmo morando legalmente nos Estados Unidos, com status de residente permanente, Evans não obteve a cidadania americana para votar nas eleições. A investigação revelou que ele votou ilegalmente nas eleições federais de 2024, mesmo sabendo que não era um cidadão do país. Ele pode pegar uma pena máxima de até um ano de prisão federal.
Além do bahamense, o italiano Andrea Catanese, um imigrante de 60 anos, foi acusado de votar nas eleições gerais de 2024 e ter mentido para as autoridades de imigração posteriormente, declarando que nunca havia votado em uma eleição federal. Ele também é um residente permanente do país.
O Escritório do Procurador dos Estados Unidos para o Distrito Médio da Flórida salienta que as denúncias apresentadas contra os imigrantes são meramente acusações formais de violação da lei. “Todo réu é presumido inocente até que se prove o contrário”, destaca o órgão.
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