Ex-presidente apresenta dor crônica e mobilidade limitada; nova intervenção médica pode ser necessária em breve
Por Ana Raquel |GNEWSUSA
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) encontra-se em acompanhamento fisioterapêutico após apresentar dor intensa e restrições de movimento no ombro, conforme relatório assinado pelo fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas. O documento, protocolado nesta sexta-feira (3), no Supremo Tribunal Federal (STF), indica que o político está na fase pré-operatória, e que seu quadro clínico pode exigir uma nova intervenção cirúrgica em breve.
Segundo o laudo, Bolsonaro apresenta alterações no tônus muscular, diferença na altura dos ombros e mobilidade limitada, sintomas que impactam diretamente sua rotina e capacidade funcional do membro afetado. O fisioterapeuta detalha que o tratamento atual envolve analgesia, relaxamento muscular e mobilização dentro da tolerância do paciente, mantendo o acompanhamento contínuo para controlar a dor crônica.
O relatório foi elaborado a partir de avaliações realizadas nos dias 26 e 31 de março de 2026, a primeira ainda no Hospital DF Star, em Brasília, onde o ex-presidente esteve internado por 14 dias devido a uma broncopneumonia bacteriana bilateral, considerada grave por seus médicos. Bolsonaro recebeu alta em 27 de março e deu início à prisão domiciliar de 90 dias, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, no condomínio Solar de Brasília, na região do Jardim Botânico (DF).
A defesa ressalta que a indicação cirúrgica é baseada na progressão limitada das intervenções fisioterapêuticas, que atualmente não podem ser intensificadas devido à dor significativa e à limitação funcional do ombro.
Com a nova documentação, a expectativa é que o STF tenha informações atualizadas sobre o estado de saúde do ex-presidente, reforçando a necessidade de cuidados médicos contínuos e possíveis procedimentos para garantir a recuperação plena do membro superior afetado.
Leia mais
ICE prendeu mais de 7 mil imigrantes ilegais em Massachusetts em 14 meses
Sarampo volta a acender alerta no Brasil e especialistas cobram reação imediata para evitar surtos

Faça um comentário