DHS critica acordo judicial oferecido a dois imigrantes ilegais condenados por assassinato na Virgínia

Guzman e Portillo

Os homens naturais de Honduras e El Salvador são acusados de homicídio que aconteceu em um parque popular com trilha para caminhadas em Oakton

Por Chico Gomes | GNEWSUSA

Um acordo oferecido pelo Ministério Público do Condado de Fairfax a dois imigrantes ilegais condenados por assassinato, foi criticado pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) nesta segunda-feira (6). O Ministério Público propôs pena 5 anos para que Maldin Anibal Guzman-Videz, de Honduras, e Luis Alonzo Sort-Portillo, de El Salvador, confessassem o homicídio.

Segundo informações publicadas pelo DHS, em julho de 2024, os imigrantes ilegais assassinaram um homem a facadas em um parque popular com trilha para caminhadas em Oakton, na Virgínia. Um morador local encontrou o corpo da vítima ensanguentado em uma área arborizada e chamou a polícia.

Diante da brutalidade do crime, o órgão federal repudiou o pacto firmado com os assassinos. “Este acordo judicial extremamente favorável de 5 anos por assassinato é insano. Este é mais um exemplo de políticos santuário de Fairfax se aliando a imigrantes ilegais criminosos em detrimento de cidadãos americanos”, reclamou a Secretária Assistente do DHS, Lauren Bis.

“Estamos pedindo aos políticos defensores de santuário do Condado de Fairfax e à governadora Abigail Spanberger que se comprometam a não libertar esses assassinos da prisão de volta às nossas comunidades. Quantas vezes mais eles precisam soltar criminosos em nossos bairros para criar mais vítimas inocentes?”, questionou.

Um juiz de imigração emitiu uma ordem final de deportação contra Guzman em 2019, mas ele permaneceu no país e praticou uma série de crimes, incluindo agressão, lesão corporal dolosa, furto, obstrução da justiça e não comparecimento em juízo.

O DHS afirma que o ICE pediu diversas vezes aos políticos de Fairfax que não libertassem o hondurenho de volta à comunidade, mas não houve cooperação e ele continuou praticando crimes. Já sobre Portillo, segundo envolvido no homicídio na Virgínia, o departamento divulgou apenas que ele entrou ilegalmente nos EUA em data e hora desconhecidas.

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