A polícia afirma que a mulher de 32 anos, natural da Venezuela, dirigiu o carro que transportou dois atiradores para um ataque do Tren de Aragua a uma festa em Chicago
Por Chico Gomes | GNEWSUSA
O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) divulgou nesta segunda-feira (22) informações sobre a prisão da imigrante ilegal Giovanna Mercedes Moreno Occhipinti, uma ex-professora de Illinois acusada de envolvimento em um triplo homicídio em Chicago.
Conforme o DHS, a mulher de 32 anos, natural da Venezuela, dirigiu o carro que transportou dois atiradores para um ataque do Tren de Aragua a uma festa em Chicago. Na ocasião, três foram mortas e várias ficaram feridas.
Após o crime, a polícia da cidade descobriu diversas armas no veículo da venezuelana e acredita que ela auxiliou os atiradores, Granadillo Padilla e Martinez Cermeno, a fugir das forças policiais. Ambos foram presos e deportados depois.
A ex-professora foi detida pelo Departamento de Polícia de Chicago em 5 de dezembro de 2025, sob acusação de porte ilegal de armas e delito relacionado a armas. No entanto, ela ganhou a liberdade posteriormente sem o ICE ser notificado.
Com a decisão do Ministério Público do Condado de Cook de não dar continuidade ao processo contra os acusados do ataque na festa, a HSI Chicago tomou medidas independentes e prendeu Giovanna na noite do dia 13 de maio. Ela se encontra atualmente sob custódia do ICE, aguardando deportação.
“Embora a polícia de Chicago tenha prendido essa imigrante ilegal logo após o tiroteio, políticos defensores de cidades-santuário a libertaram da prisão sem notificar o ICE. Sob a liderança do Presidente Trump e do Secretário Mullin, o Departamento de Segurança Interna (DHS) está fazendo o trabalho que os políticos defensores de cidades-santuário em Illinois se recusam a fazer: colocar o povo americano em primeiro lugar e remover esses criminosos perigosos de nossas comunidades”, comentou Lauren Bis, Secretária Assistente Interina do DHS.
Giovanna entrou nos Estados Unidos em outubro de 2021, com o benefício do Programa de Isenção de Vistos. Ela deveria ter saído do país até o dia 2 de janeiro de 2022, mas permaneceu de forma ilegal.
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