Brasileira que colocou cartazes contra Flávio Bolsonaro em Nova York fala em “exército digital” contra Trump

Segundo apuração informada pela direção do Jornal GNewsUSA, a responsável é Renata Diaz Alcoba Geniculo, de 35 anos, natural de São Paulo e conhecida artisticamente como Kupalua
Por Redação|GNEWSUSA

Renata Diaz Alcoba Geniculo, de 35 anos, natural de São Paulo e conhecida artisticamente como Kupalua, foi identificada pela direção do Jornal GNewsUSA como responsável pela colocação de cartazes contra Flávio Bolsonaro em Nova York. Em uma das imagens divulgadas, ela aparece segurando um cartaz com a frase em inglês “Trump, Brazil is not your colony” (“Trump, o Brasil não é sua colônia”). A identificação, a idade e a naturalidade foram informadas pela direção do jornal.

Em vídeo encaminhado ao jornal, Renata apresenta um dos cartazes afixado em uma parede revestida de azulejos e faz declarações contra Bolsonaro e Donald J. Trump.

“Estamos prontos pra combater o Trump”

As legendas em português inseridas na gravação registram a declaração: “O Brasil tem o maior exército digital popular do mundo”, seguida de “estamos prontos pra combater o Trump”.

Na sequência, ela menciona ações nas redes sociais, como seguir perfis, dar curtidas, comentar, repostar e compartilhar publicações. Em outro trecho, a legenda registra: “Agora é hora da gente dar o troco”.

Durante a apresentação do cartaz, Renata também faz acusações contra Flávio Bolsonaro e defende sua deportação dos Estados Unidos.

Repercussão nas redes

Após a circulação das imagens, publicações passaram a divulgar o nome de Renata e o perfil Kupalua_. Usuários marcaram órgãos americanos, incluindo o Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos Estados Unidos, conhecido como ICE.

Mulher ironiza possível atuação do ICE

Em outro vídeo, Renata ironiza as publicações que mencionam uma possível atuação do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos Estados Unidos (ICE) contra ela. Em tom de deboche, questiona por que os agentes ainda não apareceram para detê-la e afirma que está aguardando a chegada deles. Durante a gravação, diz que já teria chamado pelos agentes, mas que ninguém apareceu até aquele momento.

A gravação acrescenta um novo episódio à repercussão do caso nas redes sociais.
Até a conclusão desta reportagem, não foi localizada confirmação oficial de busca pelo ICE ou de acusação criminal formal contra Renata relacionada ao episódio.

O Jornal GNewsUSA mantém espaço aberto para a manifestação de Renata Diaz Alcoba Geniculo e para esclarecimentos das autoridades citadas.

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