Daniel Ogama Adongo, natural do Quênia, foi recrutado para jogar pelo Indianapolis Colts durante duas temporadas e permaneceu no país após o vencimento de seu visto
Por Chico Gomes | GNEWSUSA
O imigrante ilegal queniano Daniel Ogama Adongo, ex-jogador de futebol americano do Indianapolis Colts, foi deportado recentemente pela unidade de Chicago do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE). Ele possui antecedentes criminais.
Ogama foi recrutado para jogar pelo time de Indianapolis Colts durante duas temporadas, de 2013 a 2015. Contudo, quando seu visto venceu em 2016, depois de encerrar a carreira na NFL, ele permaneceu nos Estados Unidos ilegalmente.
Em 23 de março de 2026, um juiz de imigração do Departamento de Justiça determinou a deportação do ex-jogador, que foi removido do país pelo ICE em 20 de junho. A agência federal divulgou a informação neste fim de semana.
Antecedentes criminais
Segundo o ICE, Adongo foi preso diversas vezes pelas autoridades policiais de Indiana nos últimos nove anos. Sua ficha criminal inclui delitos como intimidação qualificada, agressão e conduta desordeira. Em 2020 ele foi condenado por dano criminal e sentenciado a 364 dias de prisão.
As acusações mais recentes contra o queniano se enquadram na Lei Federal Laken Rilley, que exige a detenção, sem direito de fiança, de imigrantes ilegais acusados de certos crimes. A lei foi sancionada por Donald Trump em 29 de janeiro de 2025, após o assassinato de Laken Rilley por um estrangeiro em situação irregular no país.
“Este indivíduo perigoso representava claramente uma ameaça para a comunidade, que agora está mais segura desde que ele foi deportado”, declarou o diretor assistente do escritório de campo do ICE em Chicago, Douglas Thompson.
“Aqueles que violam a lei de imigração são responsabilizados da mesma forma, incluindo ex-atletas profissionais”, completou.
LEIA TAMBÉM:
Anvisa alerta que retatrutida ainda não é aprovada em nenhum país e que a venda do produto é ilegal

Faça um comentário