Ele foi condenado a seis anos e cinco meses de prisão por ter recebido material de abuso sexual infantil e por ter reentrado ilegalmente nos EUA
Por Chico Gomes | GNEWSUSA
Preso pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) após ser liberado pelas autoridades do Condado de Fairfax em abril, o imigrante ilegal Roni Mendez-Escobar foi condenado a seis anos de prisão por pornografia infantil na Virgínia. O Departamento de Segurança Interna (DHS) divulgou a informação nesta segunda-feira (21).
Segundo o Gabinete do Procurador dos EUA para o Distrito Leste da Virgínia, no dia 16 de setembro, a Justiça americana condenou o imigrante da Guatemala a seis anos e cinco meses de prisão por ter recebido material de abuso sexual infantil e por ter reentrado ilegalmente no país.
O guatemalteco foi preso em outubro de 2025, tornando-se alvo do ICE, que emitiu um pedido de detenção contra ele em 23 de outubro. Entretanto, as autoridades do Condado de Fairfax se recusaram a acatar o pedido e libertaram Mendez-Escobar em 27 de outubro, sem notificar a agência federal. Meses depois, em 22 de abril de 2026, ele foi preso pela Divisão de Investigações de Segurança Interna (HSI) do ICE, após comparecer a uma audiência judicial.
Antes da prisão, em janeiro deste ano, a HSI de Washington, D.C., e as Operações de Fiscalização e Remoção (ERO) do ICE de Chatilly uniram forças para investigar o indivíduo natural da Guatemala. A HSI liderou as investigações sobre seus crimes contra crianças, enquanto a ERO investigou suas transgressões das leis de imigração. Os esforços resultaram na condenação emitida este mês.
“Quando o ICE emitiu um pedido de detenção contra ele após sua prisão em outubro de 2025, políticos defensores de cidades-santuário no Condado de Fairfax, Virgínia, se recusaram a acatá-lo e o LIBERTARAM em sua comunidade. Felizmente, suas tentativas de proteger este pedófilo falharam e o ICE o prendeu novamente meses depois. Agora ele estará atrás das grades, onde deve estar, e quando cumprir sua pena, o ICE estará pronto para deportá-lo para que ele nunca mais possa ameaçar outra criança americana”, comentou o secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin.
Mendez-Escobar entrou ilegalmente nos Estados Unidos e foi deportado três vezes em 2015, antes reentrar ilegalmente pela quarta vez em data e local desconhecidos, praticando um crime grave.
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